Conversas informativas sobre as decisões que fazemos ao longo do dia. Um espaço educativo para observar e compreender as escolhas habituais relacionadas com alimentação, sem normas nem instruções.
As consultas centram-se na leitura atenta dos seus hábitos existentes, contextos reais e ritmo de vida. Não fornecemos planos, prescrições ou promessas. Apenas uma conversa descritiva sobre o quotidiano.
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A consciência alimentar começa com a atenção aplicada aos momentos comuns. Quando decidimos o que comer? Estamos concentrados ou distraídos? Comemos sentados ou em movimento?
Estas consultas exploram a forma como prestamos atenção às nossas decisões habituais. Não se trata de avaliar se as escolhas são "boas" ou "más", mas sim de observar como acontecem naturalmente no contexto da nossa vida.
A conversa centra-se em exemplos reais: uma pausa para café, uma refeição rápida entre reuniões, um lanche enquanto trabalhamos. Como é que estas situações se desenrolam sem pensamento consciente?
Os hábitos repetem-se. Comemos às mesmas horas, nos mesmos locais, frequentemente as mesmas coisas. Esta repetição acontece sem planeamento formal, simplesmente porque se torna a forma natural de organizar o dia.
Nas conversas educativas, identificamos quais os padrões que se manifestam ao longo da semana. Não para os modificar, mas para os compreender: quando surgiram, como se mantêm, que situações os sustentam.
Exploramos também as pequenas variações que ocorrem espontaneamente. Um dia atípico, uma mudança de horário, uma situação inesperada. Como é que os hábitos estabelecidos respondem a estas alterações?
Um dia alimentar típico possui uma estrutura própria. A manhã tem o seu ritmo, as pausas têm a sua função, as refeições principais têm o seu contexto e o final do dia tem as suas particularidades.
Esta secção das consultas dedica-se a mapear essa estrutura sem julgamento. Como começa o dia? Há uma refeição matinal ou não? Quanto tempo decorre entre o acordar e a primeira ingestão? É uma decisão consciente ou acontece automaticamente?
Seguimos o fluxo natural: as pausas a meio da manhã, o almoço, os intervalos da tarde, o jantar e o período noturno. Cada momento é descrito tal como acontece, incluindo o contexto físico e social em que ocorre.
Muitas das nossas decisões alimentares não são verdadeiramente "decisões". Acontecem por rotina, por disponibilidade, por contexto. Escolhemos o que está à mão, o que é rápido, o que corresponde ao momento.
As consultas informativas ajudam a identificar estes automatismos. Não com o objetivo de os eliminar, mas para os tornar visíveis. Quando escolhemos conscientemente e quando seguimos simplesmente o caminho mais familiar?
Falamos também sobre as escolhas que fazemos por outros: preparar refeições para a família, comprar para a casa, decidir em grupo. Como é que estas situações moldam o que comemos e quando comemos?
O lugar onde comemos influencia profundamente a forma como comemos. Em casa, temos um contexto. No trabalho, temos outro. Fora, num espaço público ou social, o contexto muda novamente.
Esta dimensão das consultas explora como diferentes ambientes criam diferentes práticas. A cozinha de casa permite certas possibilidades. Um escritório oferece outras. Um restaurante, um café, a rua, uma viagem, cada um tem as suas particularidades.
Observamos também os contextos sociais: comer sozinho, comer acompanhado, comer em silêncio, comer enquanto conversamos. Como é que a presença ou ausência de outras pessoas altera a experiência?
Os dias úteis seguem um padrão. Os fins de semana seguem outro. Esta alternância cria dois conjuntos de rotinas alimentares que coexistem na mesma semana mas funcionam de forma diferente.
Durante a semana, as refeições ajustam-se aos horários de trabalho, aos compromissos fixos, à estrutura estabelecida. Ao fim de semana, surge mais flexibilidade, mais tempo, diferentes prioridades.
As consultas informativas registam estas variações naturais. Não para as uniformizar, mas para compreender como o mesmo indivíduo opera em modos distintos conforme o contexto temporal em que se encontra.
Certos momentos repetem-se com regularidade e têm impacto direto nas práticas alimentares. As compras semanais ou quinzenais determinam o que está disponível em casa. As refeições fora introduzem outras variáveis.
As pausas durante o dia, sejam no trabalho ou noutros contextos, criam oportunidades para pequenas ingestões. As deslocações, especialmente as mais longas, obrigam a decisões específicas sobre o que comer e onde.
Esta secção da conversa educativa mapeia estes momentos recorrentes: quando acontecem, como são geridos, que escolhas estão disponíveis em cada situação. O foco permanece descritivo, nunca prescritivo.
Há dias intensos e dias calmos. Há períodos de maior exigência e períodos de menor pressão. O ritmo de vida não é constante, e as práticas alimentares acompanham estas flutuações naturais.
Num dia intenso, as refeições podem ser mais rápidas, mais simples, mais funcionais. Num dia calmo, pode haver mais tempo para preparar, mais atenção ao momento, mais espaço para escolher.
As consultas educativas reconhecem esta variabilidade. Falamos sobre como o ritmo externo afeta as decisões internas, sem sugerir que deve existir uma uniformidade impossível. A vida real não é linear.
É fundamental esclarecer o que estas consultas não são. Não são consultas que fornecem planos alimentares, menus semanais ou listas de alimentos. Não há instruções sobre quantidades, horários obrigatórios ou regras fixas.
Não realizamos medições, análises corporais ou avaliações de qualquer natureza. Não estabelecemos objetivos, não prometemos resultados, não definimos prazos. Não há relação entre alimentação e qualquer condição específica.
Este formato educativo limita-se à observação e à conversa. Terminamos com um resumo descritivo do que foi discutido, nunca com um "plano de ação". O valor está na consciencialização, não na prescrição.
São conversas informativas com profissionais de alimentação sobre os seus hábitos quotidianos. O foco está na observação atenta das práticas existentes, sem fornecer instruções ou recomendações.
Não. Estas consultas não fornecem planos, menus, listas de alimentos ou qualquer tipo de instrução prescritiva. O objetivo é puramente educativo e descritivo.
Sim. As conversas educativas podem decorrer presencialmente ou através de videochamada, mantendo sempre o mesmo formato informativo e neutro.
Normalmente entre 45 a 60 minutos, tempo suficiente para explorar os diferentes contextos do dia alimentar sem pressas.
Não é obrigatório, mas pode ser útil pensar previamente sobre as suas rotinas habituais durante uma semana típica. A conversa fluirá naturalmente a partir daí.
Não. Não realizamos qualquer tipo de medição, análise ou avaliação. A consulta centra-se exclusivamente na conversa sobre hábitos.
Este formato educativo não está relacionado com nenhuma situação específica. Não abordamos condições, não fazemos diagnósticos e não oferecemos intervenções.
Fica com um resumo descritivo da conversa, registando os padrões e contextos observados. Não há "plano de ação" nem tarefas para cumprir.
Sim. Algumas pessoas optam por uma única conversa informativa, outras preferem repetir periodicamente para observar como os hábitos evoluem naturalmente.
Profissionais de alimentação com formação específica em abordagens educativas e descritivas, focadas na consciencialização sem prescrição.
Uma consulta tradicional fornece orientações, planos e objetivos. Este formato educativo limita-se à observação e conversa, sem fornecer instruções.
Não. Cada conversa é independente. Não há obrigação de continuidade nem programas fixos. Participa quando e se desejar.
Se tem interesse em explorar os seus hábitos alimentares através de uma conversa informativa, pode entrar em contacto connosco. Responderemos com informações sobre disponibilidade e formato.
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